Industrialização e deslocalização industrial em Aveiro
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008
Trabalho Final

 

Escola Secundária Doutor Mário Sacramento

2007/2008

 

Disciplina: Área projecto

 

Concurso: Cidades Criativas

 

Grupo: Ana Sofia Carvalho, António Beça Pereira, David Alves, Neide Antunes Fragoso, Pedro Monteiro

 

Turma: 12ºD

 

Introdução

 

Este trabalho que se intitula por “Movimento Industrial em Aveiro” e que tem como subtema “A Industrialização e Deslocalização Industrial”, foi desenvolvido no âmbito da disciplina de Área Projecto, e está inserido no Concurso Cidades Criativas, criado pela secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas da Universidade de Aveiro.
            Estando submetidos a tal, neste Período, desenvolvemos o trabalho projectado nos Períodos anteriores, melhorando certos aspectos, enriquecendo outros e modificando o necessário para que o trabalho se tornasse mais interessante e informativo. Esta foi a fase final do trabalho, em que reunimos toda a informação recolhida no primeiro período e tratada no segundo, fazendo ajustes e acrescentando outros dados.
            Este foi de encontro com o tema escolhido, tendo o grupo trabalhado nos principais conceitos, contributos históricos e aspectos relacionados com as indústrias. Deste modo, verificámos que a chegada do comboio desempenhou um papel decisivo no processo industrializador da cidade de Aveiro, pois alterou e reordenou as hierarquias dos espaços de troca, definindo a sua geografia industrial e marcando igualmente o desenho da rede viária. A partir de 1870, o movimento de formação de empresas industriais integra o fenómeno da industrialização do nosso país, e a partir de 1900 o número de unidades industriais acelerou-se.
            Actualmente, com o crescimento do sector terciário, as indústrias perderam peso na contribuição para o PIB (produto Interno Bruto) nacional, devido à falta de incentivos por parte do Governo Português nesta Era da Tercialização.
            Perante tal, e de encontro com os objectivos do CCC, para além das melhorias realizadas no trabalho específico da disciplina, também analisámos as áreas que necessitam de intervenção na cidade de Aveiro e realizámos diversas propostas como solicitado. Tais propostas ainda estão em fase de aperfeiçoamento, como tal não se encontram integradas neste relatório. Esta parte do trabalho poderá ser avaliada posteriormente mediante um relatório e poster que serão enviados para o júri do concurso.

 

 

Índice

 

  1. Introdução
     
  2. Concurso Cidades Criativas
     
  3. As cidades
    1. Conceito geral
    2. A cidade de Aveiro
    3. Demografia de Aveiro
       
  4. Indústrias
    1. Conceito e história
    2. Localização
    3. Indústrias em Aveiro
    4. Principais indústrias em Aveiro
                                                               i.      Fábrica Jerónimo Pereira Campos
                                                             ii.      Fábrica Aleluia
                                                            iii.      Fábrica de Louça Fina do Cojo
                                                           iv.      Fábrica de Louça da Fonte Nova
                                                             v.      Fábrica da Ciência Viva
    1. Indústria e …
                                                               i.      Ambiente
                                                             ii.      Arte
                                                            iii.      Sociedade
                                                           iv.      Cultura
                                                             v.      Intervenção Urbana
                                                           vi.      Economia
                                                          vii.      Inovação
                                                        viii.      Ciência
    1. Deslocalização Industrial

       
  1. Planeamento e Valorização da Cidade
     
  2. Inquéritos e Resultados
     
  3. Propostas de qualificação e valorização da cidade
     
  4. Proposta para o CCC
     
  5. Conclusão
     
  6. Bibliografia

 

 Desenvolvimento

 

Concurso Cidades Criativas
Nos dias de hoje, as cidades têm um papel de extrema importância como actores decisivos na economia e no desenvolvimento do país, pois, para além de se constituírem como espaços onde vive uma parte significativa da população portuguesa, são cada vez mais elementos fundamentais para a promoção da competitividade, da cidadania e da qualidade de vida.
É, então, necessária a aposta numa segunda geração de politicas públicas ligadas à criatividade e à inovação urbana. Esta deverá apoiar-se numa atitude tolerante, que valorize a diversidade social e cultural, resultando uma atracção e fixação de talentos, bem como deverá ter capacidade de desenvolver universidades e empresas inovadoras.
A aplicação desta abordagem à realidade das cidades portuguesas propõe que estas se constituam como espaços vibrantes, onde dê gosto viver, estudar e trabalhar, em particular pela qualidade dos espaços urbanos, pela dinâmica artística e cultural, pela aposta no desenvolvimento tecnológico e pela diversidade de negócios ligados à fileira cultural, tecnológica e urbana.
Deste modo, a Universidade de Aveiro e a Associação Portuguesa de Planeadores do Território juntaram-se na organização do concurso escolar designado “Cidades Criativas – reflexão sobre o futuro das cidades portuguesas”.
Este enquadra-se nos objectivos definidos pelo ministério da Educação para a disciplina de Área Projecto, em particular, pela natureza interdisciplinar e transdisciplinar do trabalho, pela procura da realização de projectos concretos, com o fim de desenvolver nos alunos uma visão integradora do saber, promovendo a sua orientação escolar e profissional e facilitando a sua aproximação ao mundo do trabalho, e ainda, pela criação de oportunidades que aproximem a escola da comunidade e da sociedade em que esta se insere.
Esta iniciativa dirige-se aos estudantes do ensino secundário, no âmbito da área curricular não disciplinar da Área Projecto, tendo como principal objectivo o desenvolvimento de um estudo, por parte dos alunos distribuídos em grupos de 5 elementos, sobre a cidade onde vivem; permitindo a produção de uma reflexão sobre a cidade em questão, a identificação do potencial cultural, económico e tecnológico, e a apresentação de propostas inovadoras e criativas para a sua qualificação e valorização.
Este projecto deverá estar dividido em 3 fases: diagnóstico da cidade, estratégia para a cidade e propostas. 
 
 
Integração do grupo no concurso
 
      No início do 1º Período, na disciplina de Área Projecto, foi-nos pedido a constituição de grupos de cinco elementos, os quais seriam mantidos até ao final do ano lectivo. Assim, o nosso grupo consiste nos alunos Ana Sofia Carvalho, António Beça, David Alves, Neide Fragoso e Pedro Monteiro.
      Após organizados, deveríamos pensar num tema que gostávamos de abordar durante o ano. Foi nesta fase de escolha inicial que a professora propôs, a quem estivesse interessado, participar no CCC – Concurso Cidades Criativas.
      O nosso grupo, já com o tema da “Revolução Industrial” pensado, optou por entrar no concurso, adaptando o tema aos objectivos pedidos, que se prendiam com a cidade na qual estudamos. Deste modo, rejeitámos a opção de não escolher, inicialmente, um tema, dedicando uma parte do tempo a analisar a cidade nas suas diferentes dimensões, identificando os seus recursos principais; optando antes por escolher previamente uma questão relevante para o futuro da nossa cidade, sendo assim o trabalho vocacionado para o tema escolhido. Este intitula-se “Movimento Industrial em Aveiro”, tendo como sub-tema a “Industrialização e Deslocalização Industrial em Aveiro”.
      De forma geral pretendemos abordar as indústrias existentes e que existiram em Aveiro, avaliando as causas e consequências.
       Primeiramente, para cumprir com as exigências do concurso, tivemos de criar um e-mail comum no portal SAPO, com o objectivo de poder entrar em contacto sempre que necessário com os responsáveis e coordenadores do CCC. O endereço electrónico por nós escolhido foi: projecto_panda@sapo.pt. Este também serviu para enviar diverso tipo de informação útil ao projecto, sendo posteriormente analisada; para receber informações do CCC; e, por último, porque foi necessário para a realização da tarefa seguinte. Foi através deste e-mail que nos inscrevemos no concurso, para cidadescriativas@sapo.pt.
            Em seguida, tivemos de criar um blogue, novamente no portal SAPO, como forma de mostrar, quer aos júris quer aos restantes grupos participantes, toda a informação e desenrolar do nosso trabalho. O blogue é http://industria_12d.blogs.sapo.pt/. O qual teve que ser todo alterado/modificado, de maneira a ser mais agradável e convidativo.
Primeiro tratámos da parte estética, decidindo optar por cores quentes, normalmente ligadas a “tijolos” visto que muitas das antigas fábricas assim eram construídas. Inserimos como cabeçalho uma fotografia da antiga Fábrica Campos, actual Centro de Congressos, visto ser um ponto referencial no nosso trabalho, bem como um dos edifícios mais conhecidos em Aveiro, relativamente ao sector industrial, incluindo título e sub-título; adicionámos links relacionados com o nosso projecto; calendário onde era marcado o dia em que nos encontrávamos no momento de visita ao blogue, bem como os dias nos quais foram adicionados novos documentos (posts); e por último inserimos um contador de visitas. Mais tarde, realizámos alguns posts sobre a cidade de Aveiro de diversas naturezas: notícias, imagens, multimédia, documentos informativos, relatório do progresso do nosso trabalho e actividades executadas. Também criámos um chat onde qualquer pessoa podia entrar em contacto connosco dando a opinião ou fazendo sugestões; um contador de visitas para termos uma noção da popularidade do nosso blogue; um pequeno questionário que no final nos servirá para sabermos que aspecto de Aveiro é mais apreciado pela população bem como o que há a melhorar; um calendário e relógio; uma lista de eventos semanais a decorrer na cidade, sendo uma forma de incentivar as pessoas participarem mais nas actividades desenvolvidas pela mesma; e um álbum de fotos tiradas por nós da cidade de Aveiro.
 
 
Tarefas realizados especialmente para o concurso
 
®     Ida a uma sessão de esclarecimento, realizada na escola Secundária José Estêvão em Aveiro
®     Cartaz A4 para divulgar o nosso projecto
®     Vídeo de divulgação da cidade
®     Sessão fotográfica à cidade, utilizando as fotos num álbum publicado no nosso blogue e num segundo vídeo de apresentação do trabalho
®     Artigo de divulgação e pedido de colaboração por parte dos leitores da Revista Fórum
®     Entrevista ao professor universitário Manuel Ferreira Rodrigues
 
 
Fases do projecto
 
      Apesar de estarmos inseridos no concurso não organizámos o nosso trabalho como era proposto pelo mesmo. Isto deveu-se ao facto de que não quisemos participar no mesmo para ganharmos ou pela ajuda que este dava na sugestão de tarefas a realizar. Preferimos antes inscrever-nos para dar a conhecer o nosso trabalho aos restantes participantes, aos colaboradores do concurso e a todas as pessoas que estivessem interessadas em o consultar. Assim, não nos ficámos apenas pela análise da cidade e na concretização de uma proposta, mas levámos o nosso trabalho mais além. Estando integrado na disciplina de Área Projecto pensámos que seria mais importante constituir um trabalho rico em informação sobre as indústrias e as cidades, bem como a relação de ambas. Por conseguinte, no final temos dois trabalhos finais. Este que ser de avaliação da disciplina, e um outro que cumprirá os objectivos propostos pelo concurso.
      Deste modo, não seguimos as fases que nos foram solicitadas, fazendo apenas no segundo período a análise critica da cidade e, neste terceiro, a realização de uma proposta com vista a melhorá-la.
      Pensamos assim que o trabalho será desta forma mais interessante, mais educativo e mais informativo.
 
As cidades

 

 

 

A cidade associa-se a um conjunto de características como:
¡        Densa ocupação humana e o elevado índice de construção
¡        Uma intensa afluência de transito
¡        Grande concentração de actividades económicas, com predomínio de actividades do sector terciário, nomeadamente, serviços administrativos, sociais e políticos
¡        Elevado numero de equipamentos sociais e culturais
 
No entanto, não é possível encontrar um conceito universal de cidade, pois os critérios utilizados variam de país para país e têm sofrido algumas alterações ao longo dos tempos.
            Entre os critérios utilizados para definir cidade, destacam-se o demográfico, o funcional e o jurídico-administrativo:
            O critério demográfico valoriza o número de habitantes e/ou a densidade populacional, definindo um limiar mínimo, a partir do qual as aglomerações populacionais são consideradas cidades.
            O critério funcional tem em conta a influência exercida pela cidade sobre as áreas envolventes e o tipo de actividades a que a população se dedica, que devem ser maioritariamente dos sectores secundário e terciário.
            O critério jurídico-administrativo aplica-se às cidades definidas por decisão legislativa. São exemplos as capitais de distrito e as cidades criadas por vontade régia, como forma de incentivar o povoamento, de recompensar serviços prestados, ou de garantir a defesa de regiões de fronteira.
 
            Em Portugal, conjugam-se os critérios demográfico, funcional e jurídico-administrativo, admitindo-se uma ponderação diferente em casos que, por razões de natureza histórica, cultural e arquitectónica, possam justificar a elevação a cidade.
 
 
Dinamismo do Centro da Cidade
 
            O CBD é uma área muito dinâmica, onde as diferentes funções se vão sucedendo.
            Numa primeira fase, assistiu-se à substituição das funções industrial e residencial pelo comércio e outras actividades terciárias. Actualmente, verifica-se a tendência para a descentralização destas funções para outras áreas da cidade.
            Para esta dinâmica contribuem factores como a especulação fundiária, o congestionamento do centro e a diminuição de acessibilidades.
            Perante estas alterações provocadas pela dinâmica funcional do CBD e do aparecimento de novas centralidades, os centros das cidades podem perder parte da sua influência e da sua capacidade de atrair população.
            Devido a esta tendência, as politicas urbanísticas têm procurado promover o centro das cidades implementado medidas como:
¦   A organização do transito, a criação de espaços de estacionamento, o aumento da qualidade e eficácia dos transportes públicos
¦   O encerramento ao trânsito de determinadas ruas ou áreas, permitindo circular mais à vontade, usufruir de uma esplanada ou, simplesmente, apreciar a animação lúdica e cultural que surge nestes espaços
¦   A implementação de programas e iniciativas que incentivam e dão apoio financeiro a projectos de revitalização urbana
 
 
Demografia em Aveiro
O concelho de Aveiro tem registado, ao longo das últimas décadas, um crescimento regular da população residente. A título de exemplo, entre 1960 e 1981, a população aumentou 31%, esta variação foi superior à média de Portugal Continental (13%) e do distrito (19%).
O volume da população residente registado em 1981 ultrapassava os sessenta mil, de acordo com os resultados do Censo desse ano. Já os resultados do Censo de 2001 apontam para um número da ordem dos setenta mil, a que corresponde um crescimento de, aproximadamente, 11%.
 
Tabela I
 
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Posição
Nome
População
% - Continente
Densidade
1
Lisboa
2135992
21,6%
773,63 h/km²
2
Porto
1781826
18,0%
743,98 h/km²
3
Braga
831 368
8,4%
311,02 h/km²
4
Setúbal
788 459
8,0%
155,70 h/km²
5
Aveiro
713 578
7,2%
254,12 h/km²
6
Santarém
475 344
4,8%
70,45 h/km²
7
Leiria
459 450
4,6%
130,71 h/km²
8
Coimbra
441 245
4,5%
111,79 h/km²
9
Faro
395 208
4,0%
79,68 h/km²
10
Viseu
394 927
4,0%
78,87 h/km²


publicado por industria_12d às 18:51
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Segundo vídeo

O nosso grupo realizou um segundo vídeo de divulgação da cidade de Aveiro e do nosso projecto.

Este encontra-se disponivel no site abaixo citado.

Não deixem de ver e dar a vossa opinião.

 

http://videos.sapo.pt/Z0EIDkKBvZppshhQfZbY

 



publicado por industria_12d às 18:41
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Domingo, 25 de Maio de 2008
Cartaz de Divulgação

 

 

Pedimos desculpa por o formato do cartaz não ser o melhor, mas só conseguimos colocá-lo assim no blogue

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por industria_12d às 11:39
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Quinta-feira, 22 de Maio de 2008
Fotografias II

Continuação

 

 

 



publicado por industria_12d às 19:34
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Fotografias

Estas são as fotografias que o nosso grupo recolheu no Museu da República de Aveiro.

 



publicado por industria_12d às 19:27
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008
Questionários online

Já estão disponíveis os questionários online que o grupo realizou no sentido de conhecer melhor a opinião do público sobre a cidade de Aveiro. Contribua com a sua ajuda e responda ao questionário (onde pode encontrar em http://linemas.dyndns.org/paginas/aveiro_industrial/questionario.net.ap.doc ), enviando seguidamente para o e-mail:  projecto_panda@sapo.pt  . Obrigado!



publicado por industria_12d às 08:55
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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Feira das Velharias no dia 25 de Maio

 

A Feira das Velharias irá ter lugar no próximo Domingo, dia 25 de Maio, das 8.00 às 18.00 horas, na Praça Melo Freitas, na Praça do Peixe, na Praça 14 de Julho e na Rua Tenente Resende.

O certame toma conta de Aveiro onde é possível adquirir os mais variados tipos de objectos que, actualmente já não se encontram nos estabelecimentos comerciais. Assim, os selos, os livros, os discos em vinil, os candeeiros, os móveis, os têxteis, entre outros, apresentam-se a todos os aveirenses no centro da cidade.

 



publicado por industria_12d às 16:34
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Instalação das indústrias

A indústria funciona como motor de desenvolvimento para qualquer região, pelo que a sua instalação acolhe, normalmente, consenso.

            Ao criar emprego, directa e indirectamente, a indústria contribui para dinamizar as regiões, fixando a atraindo a população. A sua instalação tem também efeitos multiplicadores, a montante e a jusante:

Ÿ      A montante, promove o desenvolvimento das actividades que fornecem a matéria-prima, nomeadamente a agricultura, a pecuária e a silvicultura

Ÿ      A jusante, desenvolve outras indústrias complementares e toda uma cadeia de actividades de apoio às indústrias, nomeadamente ao nível dos serviços

Para além disso, a instalação da indústria tem a vantagem de aumentar a riqueza produzida, uma vez que o valor acrescentado às matérias-primas com a sua transformação reverte, pelo menos em parte, a favor da área onde está instalada.

 

            A instalação das indústrias, principalmente nos centros urbanos de reduzida e média dimensão, pode ser promovida por diferentes factores:

¦   Aproveitamento de recursos locais

¦   Disponibilidade de mão-de-obra relativamente barata

¦   Existência de infra-estruturas e de boas acessibilidades

¦   Disponibilidade de serviços de apoio à actividade produtiva

¦   Proximidade de mercados regionais relativamente vastos

 

A instalação das indústrias depende largamente das medidas da administração local e do governo central, tais como:

¦   A melhoria das redes de estradas e telecomunicações

¦   A comparticipação na formação da mão-de-obra

¦   A concessão de facilidades de acesso ao crédito bancário a juros reduzidos

¦   A concessão de subsídios e incentivos fiscais

¦   A construção de loteamentos industriais e infra-estruturas, adequados à instalação de indústrias e vendidos a preços simbólicos



publicado por industria_12d às 17:56
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Sábado, 12 de Abril de 2008
A Indústria

Indústria é toda actividade humana que, através do trabalho, transforma matéria-prima em outros produtos, que em seguida podem ser, ou não, comercializados e que possuem, normalmente, maior valor agregado. De acordo com a tecnologia empregada na produção e a quantidade de capital necessária, a actividade industrial pode ser artesanal, manufactureira ou fabril. Ao conjunto de indústrias, deu-se o nome de sector secundário, em oposição à agricultura (sector primário) e ao comércio e serviços (sector terciário), de acordo com a posição que cada actividade normalmente está na cadeia de produção e consumo. Hoje em dia o processo industrial é capitaneado pelas multinacionais.

Também se pode usar o termo indústria, genericamente, para qualquer grupo de empresas que compartilham um método comum de gerar dividendos, embora não sejam necessariamente do segundo sector, tais como a indústria de Marcos Malheiros, a indústria bancária ou mesmo a agro industria.

 

Indústria de bens de produção ou indústria base

É toda indústria que trabalha com matéria-prima bruta transformando-a em matéria-prima para outras indústrias.
           Ex: indústria siderúrgica ou petroquímica

 

Indústria de bens intermediários ou de bens de capital (tipo de indústria de base)

Transforma matéria-prima bruta em outro tipo de matéria-prima e são aquelas que produzem máquinas para outras indústrias.
           Ex.: fabricas de tornos (Equipa indústrias mecânicas)

 

Indústria de bens de consumo

É aquela que produz produtos voltado ao grande mercado consumidor (população em geral). Ex: indústria textil, indústria alimentar.  A indústria de bens de consumo aparece como indústria leve.

 

Duráveis

Responsável por produtos de longa durabilidade média. Ex: indústria automobilistica.

Não-duráveis

São aquelas que produzem produtos cuja durabilidade não é tão aproveitada.

 

Indústria de derivados

São as que empregam matéria-prima já beneficiada ou semi-acabada. Ex.: Indústria de cosméticos.

 

A actividade industrial em Portugal é usada só na parte fabril. O artesanato de Portugal tem estado a ir-se abaixo à conta da indústria.

Segue-se uma lista de tipos de indústrias:


Indústria aeroespacial

Indústria aeronáutica

Indústria agro química

Indústria agro-alimentar

Indústria alimentícia / indústria alimentar

Indústria automobilística / indústria automóvel

Indústria bancária

Indústria cerâmica

Indústria cinematográfica

Indústria corticeira

Indústria da construção civil

Indústria da moda

Indústria de abrasivos

Indústria de bebidas

Indústria de curtumes

Indústria de iluminação

Indústria de lacticínios

Indústria de maquinaria

Indústria de moldes

Indústria de refrigeração

Indústria de Software

Indústria de tintas

Indústria de transformação

Indústria do calçado

Indústria do café / indústria cafeeira

Indústria do Turismo

Indústria de refinação

Indústria discográfica

Indústria eléctrica

Indústria electro-electrónica

Indústria energética / indústria da energia

Indústria extractiva

Indústria façonista

Indústria farmacêutica / indústria farmoquímica

Indústria ferroviária

Indústria geral

Indústria gráfica

Indústria hoteleira

Indústria madeireira

Indústria metalomecânica

Indústria metalúrgica

Indústria mineira

Indústria moveleira / indústria de móveis

Indústria náutica / indústria naval

Indústria papeleira

Indústria paraquímica

Indústria petroquímica

Indústria pesada

Indústria química

Indústria tabaqueira

Indústria térmica

Indústria têxtil

Indústria de fiação

Indústria de tecelagem

Indústria de malharia

Indústria vidreira / Indústria do vidro

Indústria vinícola



publicado por industria_12d às 18:14
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
Feira de Março



A Feira de Março, que conta já com 574 edições, está de volta ao Parque de Exposições de Aveiro de 21 de Março a 27 de Abril, prolongando-se mais uma semana do que o habitual de forma a aproveitar a altura da Páscoa e o feriado de 25 de Abril.


A Feira de Março oferecerá durante mais de um mês vários divertimentos; exposições de diferentes temáticas; concertos; entre outras acções. Atingindo o limite territorial do Parque de Exposições, a Feira de Março oferece em área livre e descoberta, cerca de 600 m2; o sector comercial ocupa 2.580 m2 e de exposição 4.600 m2, divididos por 510 stands.


Com um forte cartaz de animação musical, a Feira de Março contará com a actuação de Jorge Palma (22 de Março); Roberto Leal (24 de Março); Ez Especial (29 de Março); Santos & Pecadores (5 Abril); Quim Barreiros (12 de Abril); La Frontera (19 de Abril); João Pedro Pais (26 de Abril) e Anjos (27 de Abril).


Nos dias dos concertos, fins-de-semana e na Segunda-feira de Páscoa, as entradas custam 1.50 euros.


Na área dos divertimentos pode destacar-se a Montanha Russa com looping gigante, uma Roda gigante com 24 metros de altura e a Megadance.


Horário: Zona de exposição: de Segunda a Quinta-feira das 15.00 às 23.30 horas De Sexta-feira a Sábado - das 15.00 às 24.00 horas Domingos e feriados das 14.00 às 23.30 horas Zona comercial e de diversão: todos os dias das 10.00 às 01.00 horas.



publicado por industria_12d às 17:41
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